Scharoun fez da philarmonie um poema, Brandel, recitou- o com dedos de anjo...18 de fereveiro, Haydn, Beethoven, Schubert, Mozart, pelas mãos e coração de Brendel. Este comentario não merece outras palavras que não as mais sensíveis, porque ter estado num auditório onde até o pousar dos dedos nas teclas se ouvia, onde a respiração de todos parou, e onde todos tossiram (graças a louca gripe que anda em berlim) só e apenas no intervalo entre os diferentes movimentos...
se criarem esta imagem até parace exagerada, mas podem imaginar sinfonias de tosse intercaladas por gloriosa musica

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